Dica de leitura: Como ser uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo

como ser uma parisiense

Acabei de ler o livro Como ser uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo e recomendo pra todo mundo que procura dicas e opiniões para ter um estilo de vida mais leve, despreocupado, sem muitas regras, e com você no comando de sua própria felicidade.

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Separei alguns poucos trechos, que achei ótimos e com os quais me identifiquei:

Sobre feminismo e feminilidade:

“Ser feminista e adorar ser cortejada não é necessariamente contraditório, muito pelo contrário. Prestar atenção, esforçar-se: não é assim tão difícil e faz muita diferença. Que alegria, um pouco de graça e atenção nesse mundo de brutos! Ao cultivar seu cavalheirismo, o homem torna-se mais homem e a mulher, mais mulher.”

“Ajude-o a entender que você precisa dele. Sim, você sabe abrir uma garrafa de Bordeaux sozinha. Mas deixe que ele abra. A igualdade entre os sexos também passa por aí.”

Sobre o pedido de casamento:

“Não é raro que a parisiense faça ela mesma o pedido de casamento. Ela, como todo mundo, quer que esse momento seja único e original. Mas, com medo de que seu futuro marido se engasgue ao engolir um anel escondido em um macaron, ela prefere uma mise-em-scène mais discreta.”

Sobre contratar uma cerimonialista para organizar o casamento:

“Mulher madura que é capaz de vestir-se por conta própria, ter filhos por conta própria, dizer ‘merda’ aos pais por conta própria, enfrentar doenças, chefes, injustiças e mil outras responsabilidades, tudo sozinha, a parisiense não tem nenhuma vontade de ter uma louca frustrada atrás dela dizendo como deve organizar sua própria festa de casamento.”

Sobre estar grávida:

“Você vai para as suas lojas preferidas e compra roupas GG, mas não pisa nas lojas de grávida, você é uma mulher que valoriza a moda.”

“Você não organiza um chá de fraldas, você é uma mulher que não precisa ser celebrada pelo simples fato de ter tido uma relação sexual oito meses antes.”

Com algumas críticas, ironias e opiniões nem sempre politicamente corretas, as quatro autoras, Caroline de Maigret, embaixadora da Chanel e musa da Lancôme, Anne Berest, escritora, Sophie Mas, produtora, e Audrey Diwan, jornalista e roteirista, descrevem num estilo leve e divertido o jeito de ser das parisienses: “mandonas e cheias de opiniões, mas também meigas e românticas”.

Acho que meio como todas nós, parisienses ou não. Precisamos às vezes só acertar a mão no equilíbrio dos dois lados e para isso o livro é uma ótima dica.

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